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segunda-feira, 19 de julho de 2010

É muito bom brincar... Como é gostoso!

Brincar com os nossos filhos é realmente muito bom, não é mesmo??? Ontem a noite, estava brincando com a minha filha Sellynna enquanto o Matheozinho estava brincando no berço com a minha mãe... Fiquei surpresa quando notei a tamanha inteligência que ela tem. Com apenas 4 aninhos de idade, ela monta um quebra-cabeças tão complexo e tão rápido que parece até um adulto... rsrsrs. Brincadeiras como estas que tem que usar o raciocínio são muito boas para o desenvolvimento da criança e também para tornar as relações entre pais e filhos mais afetivas... Sem falar que acabamos nos tornando mais calmos e participativos. Eu andava sem paciência e agora que estou brincando mais com os meus filhos, até parece que me tornei uma criança novamente, risos. Hoje, se der, brincaremos de monta-monta de bloquinhos... sei que vai ser muito legal. Pula-pula, esconde-esconde são brincadeiras que nos tornam mais felizes e mais "amigos" dos nossos filhos e fazem muito bem para as lembranças que terão mais tarde... Lembre-se: um dia, nossos pedacinhos crescerão e não caberão mais em nossos braços, então vamos aproveitar ao máximo em quanto é tempo... Bjos no coração!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Brincadeiras

Brincar faz bem à saúde!
Entenda a importância da brincadeira na vida de seu filho!


O que vivemos hoje em nossa sociedade é uma completa transformação do modo de se viver em família. Com isso, as relações entre pais e filhos mudaram. A sociedade mudou. E essas mudanças influenciam, de forma direta, na educação de nossos filhos.

Um exemplo conhecido é aquele que, quanto mais atividades a criança abranger (inglês, natação, entre outras), melhor será para a sua formação. Porém, é importante lembrar que toda criança precisa de tempo livre para brincar. "Brincar facilita o crescimento e, portanto, a saúde", já alertava o conceituado pediatra e psicanalista inglês Donald Woods Winnicott.

Através da brincadeira é possível descobrir os limites do corpo, afinar a afetividade e, por que não, lidar com as frustrações. É justamente por causa da importância dessa atividade para a criança que um elemento especial precisa merecer a atenção dos pais: o brinquedo.

Brinquedos modernos

Em 30 anos houve um “boom” na tecnologia. Mudanças que pedem a atualização quase que diária de pais e mães. E o mercado de brinquedos tenta acompanhar esse novo quadro, com novidades cada vez mais sofisticadas e elaboradas para as crianças do século XXI.

A introdução da criança ao mundo tecnológico, porém, acontece de forma cada vez mais precoce. Segundo a psicóloga clínica Maria Lucia Paiva, existe sim uma gama de jogos e sites muito educativos, que mexem com o raciocínio rápido dos pequenos. Mas na infância é muito importante que a criança tenha a oportunidade de experimentar diversas possibilidades de aprendizagem, multiplicando o prisma de suas relações, não se limitando apenas a jogos eletrônicos ou televisão.

Brincando com os filhos

Os pais, muitas vezes, para agradar, acreditam que a quantidade de brinquedo é a melhor forma de suprir a necessidade de seus filhos. O mais importante, no entanto, é que exista um espaço e o respeito de deixar a criança brincar livremente. “Criança deve ter horário de criança e espaço de criança e, podar ou cortar bruscamente uma brincadeira, sem explicação aparente, é desrespeitar essa possibilidade de brincar” conclui Lucia.

Lembrar de uma brincadeira da infância e propor ao seu filho também é uma alternativa muito interessante e deve ser feita com total espontaneidade. O prazer de brincar, de ensinar uma nova brincadeira, deve acontecer naturalmente, senão torna-se mecânico e não existe continuidade.

Bater um bolo, por exemplo, pode se tornar uma gostosa e divertida brincadeira entre pais e filhos e é importante que a criança sinta que a situação é divertida para os dois. Assim, percebe-se claramente que as velhas e boas brincadeiras são passadas intuitivamente de geração para geração. Por esse motivo, jogar bola, empinar pipa, ou mesmo brincar de boneca são situações corriqueiras para as crianças de hoje. A proposta é simples e gostosa; a possibilidade dos pais viverem seu lado criança com seus filhos. Experimente, não há nada melhor.

As brincadeiras para cada fase

Com orientação e explicações de Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação e coordenadora da brinquedoteca da PUC/SP.
De 0 a 12 meses

Desde cedo o bebê brinca com o próprio corpo. Como levam tudo à boca, os mordedores de plástico e bonecos de pano laváveis são uma boa opção nesta fase. Os móbiles de berço ajudam no desenvolvimento da visão e percepção e os chocalhos, enfeites com som ou guizos, estimulam a atenção auditiva. Brinquedos flutuantes, sem arestas e grandes, para a brincadeira durante o banho, são pura diversão para a criança.
De 1 ano a 3 anos

A partir de 1 ano a criança já começa a andar e os brinquedos de apoiar e empurrar, como o cavalinho de madeira, são muito úteis no apoio aos movimentos e no equilíbrio da criança, que passa para a posição ereta. Boa fase para o desenvolvimento da criatividade: pintar com dedo, impressão das mãos e pés no papel ou na cartolina, peões, bonecas de pano e bichos de pelúcia, além de caixas, arcas e baús, que permitem que os pequenos tirem e guardem objetos e brinquedos que podem ir na água e na areia, como os baldinhos. Blocos e jogos de empilhar peças grandes também são indicados porque estimulam a criatividade e a coordenação. A partir dos 2 anos e meio começam a aparecer as brincadeiras de encaixe, caminhão que puxa, bonequinhas, bichinhos contextualizados, desenvolvimento visual perceptivo, motricidade fina, lateralidade e brincadeira de roda com movimento a partir dos 3 anos.

De 4 anos a 6 anos

Nesta fase, as crianças começam a imitar as relações do cotidiano e aproveitam para expressar o que sentem. É a fase simbólica, do faz-de-conta. As bonecas viram filhas, a criança começa a pular corda, trabalhar com dobradura sofisticada, brincar com jogos eletrônicos, bolhas de sabão, pipa de jornal, figurinhas. Os caminhões ganham opções mais atrativas. Como nesta fase os pequenos adoram histórias, livros com figuras devem começar a ser utilizados e os fantoches são essenciais para estimular a imaginação. As histórias contadas ou representadas devem ser repetidas várias vezes para que a criança compreenda e se sinta segura.

Acima de 6 anos

Fase da alfabetização e momento de introdução às atividades intelectuais como quebra-cabeças, dominó, cartas e legos mais elaborados. Laboratório de química, marcenarias, jogos de memória e jogos de informática ajudam no raciocínio lógico. Também são indicados os skates, bicicletas, pipas, objetos voadores, ping-pong e bumerang, que ajudam na coordenação motora. Jogos de regras são excelentes nesta fase para relacionamento social: normas, espera da vez, perder e ganhar e ritual de colocar as peças no tabuleiro. As crianças também podem inventar e respeitar as regras criadas, o que ajuda na resolução de conflitos. As bonecas ganham formas femininas e os bebês começam a ser substituídos por bonecas do tipo Barbie.

Consulte outras brincadeiras no livro “125 brincadeiras para estimular o cérebro do seu bebê”, da Editora Ground.
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MInHa OPiniÃO
Gosto muito de dar brinquedos para os meus filhos, mas, penso que brincar daquelas brincadeirinhas mais antigas como PULAR CORDA, ESCONDE-ESCONDE, PEGA PEGA, CABRA CEGA, BEIJO, ABRAÇO, APERTO DE MÃO, PASSA ANEL, entre outras, também sejam formas de estimular e muito o desenvolvimento dos pequeninos, inclusive por estarem mais próximos de outras crianças e desenvolver mais o laço de amizades...